A Voz das ruas sem deixar de alto o que a alma pensa

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Foto: Miro Bacin

A filosofia das ruas é realmente inigualável é cheia de filósofos uns mais aguçados do que a gente, buscam respostas também para o corriqueiro da vida neste ato continuo de nos despirmo-nos do que somos e ficar só de carne e osso como o mendigo de uma história de Augusto Cury que salvou vidas filosofando. Mas sempre estamos cheio de indagações gerando de todas as formas em nosso pensamento. Perguntas estas sobre a essência das coisas, dos sentimentos, das experienciais, das situações que surgem toda hora. Esses filósofos que encontramos pelo acaso vivem sua própria realidade e leem tudo que os rodeiam com uma sabedoria humanística. Assim aparentemente desprendidos desatam nós, soltam amarras quando na verdade o melhor deles é que estão desapegados da vida. Atitude para nós considerados normais praticarmos. Assim se penaria mais as entregas inatingíveis ou o quanto é dolorosos o desapego até mesmo de objetos. Nada seria melhor que abrir mão disso e soltar no espaço e entregar-se sem cobrança, sem querer coisas alguma em troca. Deixar sim que a alma descole-se e multipliquemos nossos tentáculos para a vida plenamente desapegados.