Diria Paulo Sant’Ana em um dos capítulos do livro o Gênio Indomável. ”Eu sempre fui um homem de extremos. Exagerado, autorreferente, bipolar ou melhor dividido entre Paulo e Pablo. Um lado era o cronista apaixonado, o gremista fanático, o comunicador que sabia como ninguém captar a voz do povo. O outro era o homem das noitadas, o boêmio que vivia entre cigarros, discussões e risadas. Ambos os lados eram reais, e ambos eram eu. E essa dualidade que este livro mostra, porque eu nunca fui apenas uma coisa. Eu fui muitas, e todas ao mesmo tempo.”
Das interessantes leituras
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